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09 - Anjos no exército de Israel
09 - Anjos no exército de Israel

09 - Anjos no exército de Israel

“Então o anjo de Deus, que ia adiante do exército de Israel, se retirou e se pôs atrás deles...” (Êxodo 14.19).

Deus cuidava, dessa maneira, de seu povo especial, os israelitas, que estavam e estão sob o olhar de Deus, ao enviar um anjo para resguardá-los, nos tempos de Moisés. Ora o anjo ia à frente do exército, embora eles não o vissem na maioria das vezes; ora o anjo ia à retaguarda, e isso dava grande tranquilidade ao povo.

Ainda hoje, na contemporaneidade, isso também se dá com Israel, quando esse pequeno país se vê às voltas com perseguições. Comecemos mostrando as falas cheias de ódio de dois ex-líderes de nações, outrora consideradas inimigas, e outras continuam a repudiar Israel quase de forma  gratuita:

O ditador egípcio Gamal Abdel Nasser (1958-1970), esse líder árabe, assustou o mundo com sua ameaça, à época. Nasser desafiava Israel ao combate quase diariamente: “Nosso objetivo básico será a destruição de Israel”. Afirmou ele.

O presidente do Iraque, Abdul Rahman Aref (1966-1968), tio de Saddam Hussein, juntou-se a essa guerra de palavras: A existência de Israel é um erro que deve ser retificado. Esta é a nossa oportunidade de varrer para fora a ignomínia que tem estado conosco desde 1948. Nossa meta é clara: varrer Israel do mapa!.

Nos dias 11 e 12 de outubro é comemorado o “Dia do perdão” (Yom Kippur ou Iom Quipur), uma das datas mais importante do judaísmo, momento em que Deus perdoa os judeus, segundo a tradição, durante esse feriado sagrado há um jejum de 25 horas e orações intensas, entre setembro e outubro.

Não por acaso, exatamente em seis de outubro de 1973, Israel foi atacado de surpresa pelo egípcio Anuar Sadat (Muhammad Anwar Al Sadat, 1970-1981), substituto de Nasser, que, junto com a Síria empreendeu ofensiva para reaver territórios conquistados por Israel na guerra dos seis dias (1967). Porém, mesmo atacados de surpresa (1973), os israelitas assumiram o controle completo da situação e quase se apoderaram do Egito, não fosse o cessar fogo intermediado pela ONU, por insistência do próprio Egito.

A Guerra do Yom Kippur, assim conhecido esse conflito, foi marcado por combates intensos e pesadas baixas de ambos os lados. O elemento surpresa, a determinação árabe e o apoio da União Soviética aos países árabes tornaram o início da guerra favorável aos atacantes. No entanto, apesar de ser pego de surpresa, Israel conseguiu se reorganizar rapidamente e lançar contra-ataques. 

Os árabes atacaram Israel no "Dia do Perdão", a fim de obter vantagem na guerra. Considerava estar Israel "recolhido" em suas comemorações sagradas e, portanto, vulnerável. Os líderes árabes acreditavam que pegar Israel de surpresa nesse dia poderia trazer sucesso militar e ter um impacto psicológico sobre o povo israelense.

Objetivo:

A Guerra do Yom Kippur foi uma tentativa acertada por parte do Egito e da Síria de recuperar territórios perdidos para Israel durante a Guerra dos Seis Dias em 1967. 

Nesse episódio de 1973, só o Egito lançou 700 mil homens na batalha, assessorados por 2.500 tanques, 650 aviões e 150 baterias de mísseis antiaéreos. E apesar de todo esse gigantesco aparato foram duramente abatidos, antes disso muita gente afirmou que só um milagre poderia salvar Israel. Esse milagre veio.

- Quem era o "varão de branco"?

Os judeus foram vitoriosos. Muitos voltaram dos campos de batalhas contando que tinham visto milagres com os próprios olhos. Contaram que, em situações difíceis quando já não havia nenhuma possibilidade de sobrevivência, apareceu, por alguns segundos, entre as fileiras, um “varão de branco”, e os egípcios, tomados de pavor e assombro, fugiram. A Bíblia nos fala desses “varões vestidos de branco”, identificando-os como anjos.

“Estando eles (os discípulos, por ocasião da ascensão de Cristo) com os olhos fitos no céu, enquanto Ele (Jesus) subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco...” (Atos 1.10).

“Maria (Madalena), porém, estava em pé, diante do sepulcro, a chorar. Enquanto chorava, abaixou-se a olhar para dentro do sepulcro, e viu dois anjos vestidos de branco sentados onde jazera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés” (João 20.11,12).

Dois paraquedistas israelenses se depararam com um enorme tanque egípcio, do qual se sobressaiam dois soldados. Os dois israelenses interrogaram-se admirados dos soldados inimigos não matá-los, ou poderia ser uma emboscada? Os dois soldados no tanque, não se mexiam, pareciam rígidos. Os israelenses se aproximaram vagarosamente. Dentro do tanque havia 18 soldados inimigos em bom estado de saúde, ou seja; poderiam perfeitamente reagir, no entanto, todos eles levantaram as mãos com as armas em rendição, e o tanque estava cheio de armas. Perguntaram, então, por que eles não atiraram, eles não sabiam responder, apenas ficaram paralisados, ao avistarem os soldados israelitas e foram tomados por um medo terrível, a ponto de impedir-lhes qualquer reação, isto é, algo sobrenatural aconteceu.

"Para a maioria de nós foi um milagre", afirmou o veterano Danny Rubinstein, soldado em 1967 e hoje analista político do jornal Haaretz, em entrevista à BBC Brasil. "Em seis dias, nós enfrentamos todo o mundo árabe e sobrevivemos. Foi como um sonho que nós achávamos que jamais fosse virar realidade".

Para Ephraim Inbar, diretor do Centro de Estudos Estatégicos da Universidade de Bar-Ilan, no entanto, "o exército israelense tinha generais melhores, o que fez com que fosse muito bem orientado".

Qual nada! Israel venceu por meio de milagres. Vejamos a ação espantosa de Deus contra os inimigos no passado:

- Os Filisteus: trovões

Em 1 Samuel 7:10, quando os filisteus atacaram Israel, o Senhor trovejou e pôs os filisteus em terror e confusão. Todos fugiram apavorados. Imagine uma sucessão de insuportáveis e terríveis trovões?!

- Os Amorreus: pedras vindas do céu

Josué 10:11-13, mostra que Deus enviou uma chuva de pedras de granizo do céu sobre os amorreus, que já estavam fugindo dos israelitas. A chuva de pedras matou mais inimigos do que os israelitas mataram com a espada.
- Os Midianitas: pavor e mortandade entre si
Juízes 07.21,22, "Todo aquele imenso exército inimigo (midianita) começou a andar às voltas, gritando de pânico e a fugir. Enquanto os 300 homens (de Gideão que liderava a tropa israelense) tocavam as trombetas, o Senhor fez com que as tropas inimigas começassem a lutar entre si, matando-se uns aos outros, e isto duma ponta à outra do acampamento..." 
Isso, e muito mais, pode acontecer nos dias de hoje. Pequena mesmo é nossa fé, porque Deus não mudou. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente: "Porque eu, o Senhor, não mudo..." (Malaquias 3.6). Glória a Deus!
Deus é considerado um general de guerra na Bíblia. Em Êxodo 15:3, diz: "O SENHOR é varão de guerra..." O Senhor dos Exércitos é representado como o comandante supremo das forças celestiais e terrenas.
Salmo 33.16-22, diz que nenhum rei vence por ter um exército poderoso, nem os soldados conseguem a vitória por causa da sua força. Esse é o nosso Deus!

Onde estão os perseguidores do minúsculo país que sempre esteve sob a proteção de Deus, inclusive, por meio de anjos? Abdul Aref morreu em 2007, após internamento por causa de uma simples fadiga. Abdel Nasser, derrotado na guerra dos seis dias, década depois, sofreu infarto fulminante. Anuar Sadat morreu em 1981, assassinado.

Muammar Kadafi, ditador líbio (1964-2011), considerado inimigo número “1” dos israelitas, em entrevista às páginas amarelas da revista VEJA, muito tempo atrás vociferou: “Os judeus tem de sair de Israel”! Ele foi combatido dentro de seu país, caçado, torturado e assassinado a tiros, sem nenhuma clemência. Todos estes, que queriam ver Israel varrido da face da terra, estão debaixo dela, enquanto o país continua de pé, por que tem a proteção do grande Deus, inclusive por meio de anjos. 

 

 

www.google.com/IA

https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_dos_Seis_Dias 

https://www.bbc.com/portuguese/reporterbbc/story/2007/06/070601_guerraseisdias_aw_ac

https://www.todamateria.com.br/guerra-dos-seis-dias/#:~:text=Milagres

http://israelxxpalestina.blogspot.com.br/2007/07/6-guerra-dos-seis-dias.html

Vide tópico 56 - Referências Bibliográficas