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54 - Conhecer e servir a Deus
54 - Conhecer e servir a Deus

54 - Conhecer e servir a Deus

Davi, segundo rei de Israel, preocupou-se com o fato de seu filho não conhecer a Deus tão bem. Veja que até isso aprendemos. Vivem-se, hoje em dia, de maneira que os pais não têm de Deus nem para si, imagine se o terá para os filhos, em termos de ensino. Tudo o que tem de Deus, na prática, é somente quando citam seu nome. Estamos falando de apego a Deus, temor, confiança, sentimentos que nos será de grande valia nos momentos difíceis. Muitas vezes isso é bem superficial.

Fico pensando nessa gente, de relacionamento supérfluo com o divino, diante de situações de extrema periculosidade. A quem recorrer com fé? Não se trata de mero julgamento, a Bíblia nos diz que “pelos frutos se conhece a arvore”. Relacionamento supérfluo no sentido de conciliação entre si, entre suas vontades, seus desejos, o mundanismo e Deus, sem haver renúncia. Graças a Deus que ele é misericordioso e não faz acepção de pessoas. Ele não rejeita àquele que se chega até ele.

Pensando na necessidade de aprofundamento com Deus, o rei Davi deu esse conselho a Salomão, seu filho, e sucessor:

“E tu meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária; porque o Senhor esquadrinha (examina com atenção, com esquadro, em detalhes) todos os corações e entende todas as imaginações dos pensamentos; se o buscares será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre” (I Crônicas 28.9).

Não adianta afirmar que conhece a Deus, que O teme, se não tem experiência com Ele. Como é isso? É a pessoa poder dizer: passei por uma situação difícil, mas confiei e clamei por Deus (por Deus), com fé, e Ele agiu. ‘Vi’ o seu agir, recebi o seu milagre, o seu livramento. E prossegue, na prática de um Monoteísmo Absoluto, sem dar margem ao Henoteísmo (adoração a um deus, em especial, sem negar a existência de outros deuses, monolatria), uma prática também antiga, como vimos. Por exemplo, clamar por Deus ou Jesus e aos “santos”, às imagens de escultura, uma prática milenar, copiada de conceitos humanos.

“Assim temiam ao Senhor, mas também serviam a seus próprios deuses, segundo o costume das nações do meio das quais tinham sido transportados. Contudo eles não ouviram; antes fizeram segundo o seu antigo costume. Assim estas nações temiam ao Senhor, mas serviam também as suas imagens esculpidas (é o que a Bíblia está dizendo: Serviam a Deus e aos “santos”, aos deuses, às estátuas)...”

“E (o rei Oseias) fez o que era mau aos olhos do Senhor... ...os filhos de Israel tinham pecado contra o Senhor seu Deus... ...porque haviam temido a outros deuses (não posso me desfazer dessas estatuetas por que isso é pecado, serei castigado), ...Também os filhos de Israel fizeram “secretamente” contra o Senhor seu Deus coisas que não eram retas. ...queimaram incenso em todos os altos... cometeram ações iníquas, provocando à ira o Senhor, e serviram aos ídolos, dos quais o Senhor lhes dissera: Não fareis isso. Todavia o Senhor advertiu a Israel e a Judá... dizendo: Voltai de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos... Eles porém, não deram ouvidos... como fizeram seus pais, que não creram no Senhor seu Deus... ...rejeitaram os seus estatutos, e o seu pacto... Pelo que o Senhor rejeitou toda a linhagem de Israel, e os oprimiu... ...e dentre o povo fizeram para si sacerdotes...” (sacerdotes, muitas vezes, segundo suas conveniências, que não lhes apontasse o erro, que não lhes contrariasse – II Reis 17.2-41).

Viemos direto das mãos de Deus, somos parte da criação dEle. Fomos o barro que deu forma ao seu “Adão”. Imaginemos um ‘nada’, ainda hoje somos um nada: barro, manipulado por mãos sublimes tornou-se esse barro algo maravilhoso, um admirável “vaso” na mão do oleiro divino. O ser humano é uma das muitas maravilhas de Deus, senão a mais incrível.

A princípio nos parece absurdo: ser criado do barro. Mas o sobrenatural é fantástico e não é para qualquer um, é para quem não se deixou contaminar, ao longo da caminhada, pela incredulidade e sofismas.

É fácil supor. Deus ficou feliz ao nos criar, enfim o homem para ver a Glória dEle na criação, e exaltá-Lo para sempre. Vivíamos em um paraíso, aqui mesmo na Terra, ainda hoje desejado. Esse paraíso era o “útero”; os céus, a “placenta”. Viveríamos para sempre nele, mas com uma exigência: para sempre obedecêssemos a Deus. O que fizemos? Tão logo Ele deu uma saidinha preferimos fazer a coisa do nosso modo. ‘Onde já se viu não poder comer o tal fruto... ’ Isso parecia nos tirar a liberdade. Parecia tão fora de propósito! Demos, então, um “enter” na opção ‘desobediência’: nos auto abortamos. Como resultado fomos “deletados” do paraíso, foi cortado nosso cordão umbilical. E hoje, pelos mais diversos meios, muitos tentam reconectar-se. Condição intrínseca. Fomos expulsos e cá estamos. Alguns, infelizmente, na “lixeira” da vida, bebendo dos esgotos do mundo.

E agora? Agora, devemos procurar sua presença com muita humildade. Reconhecer que erramos e que precisamos dEle. Esse é o começo do nosso retorno. Só Deus, na pessoa de Jesus, ou do Espírito Santo que convence, pode nos levar de volta. De volta donde nunca devíamos ter saído. De volta às mãos daquele que nos criou. Para isso Ele enviou seu filho Jesus: para nos reconciliar com Ele.

O respeitado educador e escritor Rubem Alves, que teve um pé no protestantismo presbiteriano, por meio da família, falou em uma entrevista a respeito desse regresso: “... Para isso caminhamos a vida inteira: para chegarmos ao ponto de onde partimos”. Infelizmente, em dado momento ele se contradiz por meio do ceticismo. Já não era o mesmo na fé. Não sei se esse ponto de chegada era uma referência à velhice/criança ou ao encontro com o Criador.

“E, terminados os dias do seu ministério, voltou para casa” (Lucas 1.23).

Muitos se perderam e sequer tentaram esse retorno. Outros se perderam no meio do percurso sem atingir o alvo.

Viemos de Deus e para voltarmos para Ele só existe um Caminho: Jesus Cristo. Nenhum outro nos fará chegar a Deus, à salvação, e a direção desse caminho quem aponta é a Bíblia.

- O profeta Oseias nos faz um convite

“Vinde, e tornemos para o Senhor...”  (Oseias 6.1).

- O salmista insiste e declara que o tempo é “hoje”

“Porque ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas que ele conduz. Oxalá (tomara, queira Deus) que hoje ouvísseis a sua voz: Não endureçais o vosso coração...” (quando acontecer - Salmo 95.7,8).

Quando éramos “Adão e Eva”, tínhamos um Pai, depois da expulsão aprendemos a ter muitos outros “pais adotivos”. Vamos dispensá-los e retornarmos aos braços daquele que nunca nos abandonou. Nele está o DNA de nossa alma.

“Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto que não eram deuses? Todavia o meu povo trocou a sua glória por aquilo que é de nenhum proveito. ...Porque dois males cometeu o meu povo: A mim me deixaram, o Manancial de Águas Vivas, e cavaram cisternas rotas... (procuraram outros meios).

A tua malícia te castigará (se não houver arrependimento a tempo e mudança de atitude. O que plantou, colheu) e as tuas infidelidades te repreenderão; sabe, pois, e vê, quão mau e quão amargo é deixares o Senhor teu Deus, e não teres temor de mim, diz o Senhor Deus dos Exércitos. ...dizias tu: Não quero servir-te...

Nesses versículos queixa-se Deus do seu povo particular, Israel, mas hoje vale para nós. Em várias ocasiões Israel não só rejeitou a Deus, como tempos depois rejeitou o filho de Deus. Jesus veio exclusivamente para esse povo, mas eles não o aceitaram. Como está escrito: “Veio para o que era seu(os hebreus, os judeus, os israelitas), e os seus não o receberam. Mas todos os quanto o receberam (nós, nações extra-Israel) deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: Aos que creem no seu nome” (Jo 1.11,12).

Somos, hoje, seus filhos por adoção. Somos o “Israel de Deus”, na pessoa de Cristo. E o indivíduo não pode dizer, por simples hábito, que é filho de Deus, pois, para isso temos que “recebê-lo”, tendo compromisso com Ele e envolvimento com suas regras com o Espírito de Deus.

Muitos podem alegar convictos: “Eu não tenho deixado Deus. Jamais faria isso!” No entanto, quando vivemos à margem de sua Palavra, estamos preterindo-o, estamos nos distanciando dele, por consequência, estamos deixando-o. Segundo a Bíblia, Ele nos julga minuciosamente, pois Ele é muito sensível. E ele sabe o quanto falhamos.

“Porquanto me deixaram, e queimaram incenso a outros deuses, para me provocarem à ira...” (II Reis 22.17)

“... vossos pais me deixaram, diz o Senhor, e se foram após outros deuses, e os serviram e adoraram, e a mim me deixaram, e não guardaram a minha lei...” (Jeremias 16.11).

Quanto ao “retorno”, o próprio Jesus pensou nisso, embora a circunstância fosse bem diferente da nossa, afirmou:

“Saí do Pai e vim ao mundo. Deixo o mundo e vou para o Pai” (João 16.28).

“Na casa de meu Pai há muitas moradas... E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. E para onde eu vou vós conheceis o caminho” (João 14.2-4).

Jesus tinha muito empenho em garantir aos seus seguidores um lugar eterno. Eu vejo tanta doçura nessa fala de Jesus. É como se ele declarasse: “Vocês terão muitas dificuldades aqui, depois que eu partir. Mas enviarei o outro consolador, o Espírito Santo. Sabe, na casa de meu Pai tem tantas moradas... Ah, se vocês conseguissem entender isso... Verdadeiros palácios eternos... Mesmo que não tivesse, eu iria construir, para todos os que vencerem a si mesmo, aos outros, ao mundanismo e a tudo! E tem mais: Eu virei outra vez só para buscar vocês, por que meu interesse não é morar sozinho nesses palácios... Eu amo vocês e quero que onde eu esteja desfrutando do melhor, vocês possam compartilhar também, senão o meu sacrifício na Terra terá sido em vão... Meu Pai esteve com vocês, por causa da desobediência afastou-se de vocês. Contudo, enviou-me para lhes restaurar e levá-los de volta. Por meio de mim é quebrado uma imensa e intransponível barreira que os separa de meu Pai, chamada pecado” .

Estamos só de passagem. Preparemos nossa bagagem espiritual durante essa pequena estada, sob os moldes do Senhor Deus.

Um dia percebemos que precisávamos voltar aos braços do Pai, “cem por cento”. E como fazê-lo? Seguindo a orientação de sua Carta Magna, que Deus fez questão de nos escrever: a Bíblia.

Que o objetivo da “religião” seja apontar o caminho de volta ao Pai, por meio da Bíblia. As pessoas pegam os mais diversos “atalhos”, por achar que estão certos, esse é o papel da religião meramente humana, mas o verdadeiro caminho quem aponta é a Palavra de Deus. Estudemo-la.

Desvenda os meus olhos (orou o salmista), para que eu veja as maravilhas da tua lei. Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos. A minha alma se consome de anelos por tuas ordenanças em todo o tempo. Tu repreendeste os soberbos, os malditos, que se desviam dos teus mandamentos” (Salmo 119.18-21).

Por que, nós evangélicos dizemos, “você quer aceitar Jesus”? Donde muitos respondem: “Eu já aceitei Jesus”, “eu já tenho Jesus”! Mas não é por aí. Você só vai se “interessar” por Jesus se o Espírito Santo lhe convencer disso, e em muitos já foi posto esse interesse, esse convencimento. O espírito Santo também nos convence se estamos ou não vivendo segundo a vontade de Jesus. Quando isso acontece nos tornamos sensíveis às coisas de Deus e à Palavra.

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus...” (João 1.12).

“Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus... ...O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus...” (Romanos 8.14-16).

“Todos quanto o receberam”, para viver segundo as suas ordens. Temos que “recebê-lo”, “aceitá-lo”, de maneira que passamos a confessar isso perante todos. Isto posto, Jesus passará a ser Senhor de nossa vida, senão não seremos seus filhos, e devemos confessá-lo em sociedade.

“Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10.32.33).

Como recebemos a Cristo?  Pela fé:

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês...” (de esforços pessoais - Efésios 2.8-9).

Recebemos a Cristo, também, por meio de um convite pessoal. Seja por meio de alguém ou de nossa própria consciência. Cristo afirma: 

“Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei…” (Apocalipse 3.20).

Se alguém me quiser servir, siga-me; e onde eu estiver ali estará também o meu servo; se alguém me servir, o Pai o honrará” (João 12.26).

Receber a Cristo implica arrependimento, significa deixar de confiar em outros meios que, supostamente, nos salvará, ou em nossa própria capacidade, crendo que Cristo é o único que pode perdoar nossos pecados. Apenas saber que Jesus Cristo é o Filho de Deus, e que morreu na cruz pelos nossos pecados, ser uma boa pessoa, não é suficiente. É necessário receber a Cristo pela fé, por que para isso Ele veio, morreu e ressuscitou, e isso se faz por meio de uma decisão pessoal.

Aceitar Jesus é você dizer: “okay! Eu quero esse Jesus”. E o que pode ser feito, agora? A primeira etapa é estar certo disso. “E como vou conhecer esse Jesus”? A segunda é ler a Palavra de Deus, onde lá existe tudo sobre sua vida, seu poder e regras as quais precisamos segui-las. Lá está afirmando que eu não devo querer Jesus e manter, paralelo a isso, o mundanismo. Lá afirma que “sou imagem e semelhança” dele. Quanto mais eu sigo seus princípios, mais eu me aproximo de sua vontade. Quanto mais eu deixo de lado a sua Lei mais eu perco sua semelhança. Seguir seus preceitos deverá ser algo prazeroso, a ponto de lamentarmos profundamente quando falhamos.

Quando aceitamos a Jesus e renunciamos a tudo e a todos, ou seja, à maneira pecaminosa de viver, que o Senhor Jesus desaprova, naturalmente se dirá a certas ofertas: “Não quero”, “não devo”, pois “eu sou de Cristo”, “agora eu vivo diferente, eu procuro viver por meio de sua Palavra”. Esse tipo de atitude é “confessar Cristo, entre os homens”, mesmo sabendo que poderá vir a ser ridicularizado, zombado, desprezado, e em extremo, até morto ou preso.

Não há conciliação entre Cristo e o mundanismo, por mais que julguemos esse mundanismo “inofensivo”, “suave”, que a princípio pode até ser, em algumas áreas de nossa vida. Mas se contraria a vontade e a Palavra de Deus, isso será extremamente nocivo ao nosso espírito e prestaremos contas a Deus, caso morramos sem nos arrepender.

Vez ou outra percebemos que alguns jogadores famosos de futebol exibem uma propaganda evangelística, afirmando em uma faixa na cabeça ou em uma camiseta: “100% Jesus”. Será mesmo?! Muitos deles não têm compromisso nenhum com a Palavra de Deus, nem com igreja alguma, faz sexo sem estar casado ou fora do casamento, é visto bebendo nas baladas mundanas. Jesus aceita isso?! A Bíblia afirma que não!

Então, se você compreendeu isso tudo e está com seu coração desejoso de receber esse Jesus maravilhoso e viver por meio de sua Palavra, faça uma oração pessoal, de convite, de confissão. Pessoalmente eu diria: “Senhor Jesus o Senhor bem sabe quem eu sou... Quem eu tenho sido... Contudo eu preciso de ti. Entra na minha vida, na minha alma, no meu coração. Ocupa todos os meus espaços! Perdoa todos os meus pecados”. E por aí vai... Tem que ser com suas próprias palavras, com seu derramamento diante dele, seja em palavras, seja também em lágrimas... Depois passe a visitar alguma igreja evangélica para ver a qual você se adaptará. Eu vou puxar a sardinha para meu lado e sugerir a Assembleia de Deus/Missão, a qual pertenço.

Deus é o dono da maravilhosa “ilha” celestial que nossa alma almeja. Jesus é o navio, os anjos os marinheiros, nós somos os “tripulantes”. A Bíblia é o “timão” que nos conduz ao riquíssimo tesouro, que é a salvação. O Espírito Santo é a agulha magnética que nos dá a convicção entre a direção certa e a errada. Então, vamos singrar esses mares!

“E de tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Eclesiastes 12.13,14).

Temer e obedecer. Há uma simbiose entre essas duas atitudes. Elas não podem andar dissociadas. O temor evita o pecado, o temor nos coloca freio.

Eu estive em espírito de oração ao digitar esse compilado sobre essas temáticas, irmãos. Espero que tenha servido para a compreensão de alguns fatos, cabe aos que o leram, no entanto, se esforçar para dar crédito, pois se chegou até a última linha desse texto, principalmente se leu os tópicos anteriores, não mais poderá considerar-se inocente perante Deus, ao alegar: “Disso não sabia”, que ninguém lhe mostrou outra vertente digna de conhecimento libertador. Mas também penso que é possível a quem quiser esquecer tudo isso que foi dito (com exceção da Palavra de Deus) mergulhar profundamente no estudo da Bíblia, pedindo antes ao Espírito Santo que seja seu Professor, e fazer suas próprias comparações e deduções. Amém!

LEIA A BÍBLIA!

  

 

 

BÍBLIA Sagrada (Eletrônica, AT e NT). Europa Multimídia. Programação: Leandro Calçada, Ilustração: Wilson Roberto Jr. Colaboração: Thélos Associação Cultural.

Vide tópico 56 - Referências Bibliográficas