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33 - Elementais
33 - Elementais

33 - Elementais

“– Todo mundo pode contatar quatro tipos de entidades no mundo invisível: os elementais, os espíritos desencarnados, os santos, e os anjos”. (As Valkírias – pdf - meocloud - p. 21).

Os elementais são considerados pelos seguidores da wicca, pelos esotéricos, entidades do mundo invisível, que podem facilmente ser contatadas por todos. “São as vibrações das coisas da natureza - do fogo, da terra, da água e do ar - e nós os contatamos por meio do ritual. São forças puras, como os terremotos, os raios, os vulcões. [...], aparecem sob a forma de duendes, fadas... O homem pode usar o poder dos elementais, mas não aprenderá com eles”. Explica-nos Paulo Coelho (p. 70).

Os elementais estão ligados mais diretamente a Wicca, uma religião “neopagã” baseada na crença da magia e da filosofia celta.

A figura de Satanás nos é apresentada na Bíblia como um ser maligno, dotado de certa habilidade; diante do poder de Deus, bastante limitada. A Bíblia não registra feitos benévolos, por parte dele, porque, sendo ele do mal, não teria sentido tais feitos. Considero três momentos de exibição de seu “poder”, de sua capacidade, de forma direta. Primeiro, quando se apossou da serpente para tentar o casal lá no Paraíso, a segunda foi durante a tentação de Cristo, onde Satanás, numa espécie de “tela”, como um ilusionista que é, começou a mostrar coisas a Jesus. A outra, quem nos alerta é o apóstolo Paulo, a capacidade do demônio “transformar-se” em anjo de luz.

Daí o desespero de Satanás. Todos os grandes acontecimentos, em termos de poder, são efetuados pela pessoa do Altíssimo, e retrata a sua Glória. Satanás quer demais essa glória. Não sabendo ele que jamais a terá, pois o próprio Senhor nos diz: “Minha glória não darei a outrem”. (Isaías 42.11).

Em seu livro, Paulo Coelho mostra uma tradução, do que dizem ser o mote templário, uma referência ao Salmo 115.1, diferente da que eu encontrei em duas versões da Bíblia, inclusive a católica, ele traduz como: “Não por nós, Senhor, não por nós, mas pela glória de seu nome. No contexto do livro essa tradução traz certa ambiguidade. Enquanto outra tradução bíblica nos faz entender que, tudo seja feito “não por nós” “não para nós mesmos”, mas para que a glória de Deus apareça. Também, na página 117, a personagem Valhala vira-se para as outras Valquírias e diz: “- Pelo amor. Pela vitória. E pela glória de Deus!”. A tradução bíblica que mais aparece é: “Não a nós, Senhor, não a nós. Mas a teu nome glória” (dai a glória), afirmou o salmista. Isto é, por mais que façamos em nome de Deus, por mais que produzamos milagres através da fé, a glória nunca deverá ser dada a nós mesmos, ou a algum “santo”. A glória e a honra deverão ser dadas a Deus. O apóstolo João ensinava isso ao declarar: “É necessário que Ele (Jesus) cresça e que eu diminua” (João 3.30).

Satanás faz uso de muitas pessoas, como se elas fossem marionetes em suas mãos, busca, por meio delas, o poder máximo que tem o Senhor. “Pela tua glória”, o alvo dele é a glória de Deus; não consegue, distorce tudo, busca incessantemente manchar o nome de Deus, opor-se aos seus mandamentos. Infelizmente, ainda assim, engana. Não foi à toa que ele levou consigo a terça parte de anjos, que se contaminaram com suas desvairadas teorias.

O Inimigo de nossas almas se contorce de inveja ante a força poderosa de Deus concebida em alguns elementos, por assim dizer. Poder que abriu as águas do Mar Vermelho (em seu cântico de alegria Moisés afirma: “Com o sopro dos teus narizes, amontoaram-se as águas”, Ex 15.8); poder de Deus no terremoto que fez a terra se abrir e engolir Corá, filho de Izar, quando ele juntamente com dois companheiros se rebelou contra a autoridade de Moisés, duvidando que esta tivesse sido dada por Deus (Números 16.24-34). Inveja do poder que derramou fogo sobre o altar molhado, assim proposto em desafio, por Elias, junto aos profetas de Baal (I Reis 18.20-39).Impotência ante o vento destruidor levantado por Deus como castigo a Babilônia (Jeremias 51.1). Cobiça da capacidade do grande Deus demonstrado quando abriu a terra, fendeu-a, e esta engoliu Datã que se rebelou também contra Moisés (Salmo 106.17). São inúmeros os exemplos.

Furioso, vem com a ciência e tenta “provar” por “A” mais “B” que as cidades de Sodoma e Gomorra, destruídas pelo fogo, por exemplo, foram construídas em cima de vulcões, que o mar vermelho foi aberto por conta de um forte vento que assoprava por àquelas bandas. Porém, se foi mesmo um costumeiro vento, por que nunca mais o mar foi aberto por esse vento? Que a transformação do mar em sangue foi causada por um ataque em massa de crocodilos gigantes. Muitos preferem acreditar nessas hipóteses, já não dão importância à Bíblia. “...Tua sabedoria, e tua ciência, isso te fez desviar...” (Isaías 47.10). Eu fico com Moisés, acho que foi o sopro das narinas de Deus.

O Inimigo de nossas almas quer, também, o poder que acalmou a tempestade e os ventos, na ocasião em que os discípulos estavam em alto mar, e causou espanto a eles, tanto, que se interrogaram: “Quem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mateus 8.25-27). Tem gente que passa a vida inteira sem saber, porque não procura conhecê-Lo. “... Recusam conhecer-me, diz o Senhor” (Jeremias 9.6).

“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...” (Oseias 6.3).

Também o diabo cobiça o poder divino que enviou trovões e fez os filisteus fugirem apavorados, deixando Israel vitorioso na guerra (I Samuel 7.10). E tantos outros exemplos do poder de Deus. Satanás pode, inclusive, fazer algo parecido, pois Deus poderá usá-lo como instrumento de vingança ou de provação, mas só acontecerá se Deus consentir, como permitiu que ele fizesse mal a Jó. “É por isso que um povo forte (Deus) te dá glória!” (Isaías 25.3). Ele quer o “Poder de Deus”, pois ele só tem uma pequena força, que causa desastre e maldade àqueles que estão descobertos da proteção divina, embora em alguns casos o justo paga pelo pecador, e sabe suportar, servindo como exemplo de quem dá glória a Deus mesmo nas adversidades.

“Como o fogo queima um bosque, e como a chama incendeia as montanhas, assim (Deus) persegue-os com a tua tempestade, e assombra-os com o teu furacão. Cobre-lhes o rosto de confusão, de modo que busquem o teu nome, Senhor. ...que saibam que só tu, cujo nome é o Senhor, és o Altíssimo sobre toda a terra” (Salmo 83.14-18).

“E vi outro anjo voar pelo meio do céu..., dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória... adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Vamos agir como o anjo, orientado por Deus, nos pede - Apocalipse 14.6,7).

“...serei o seu Deus, e eles serão o meu povo: Assim diz o Senhor que dá o sol para luz do dia e as ordenanças da lua e das estrelas para a luz da noite, que fende o mar e faz bramir as suas ondas; Senhor dos Exércitos é o seu nome” (Jeremias 31.35).

“Senhor, a tua mão está levantada, contudo eles não a veem...” (Isaías 26.11).

A Wicca com seus elementais agrega, de forma implícita, um pouco da mitologia grega, se não faz uso dos mesmos deuses, faz uso dos elementos naturais aos quais eles estão ligados, de acordo com esta mitologia, os deuses governavam o Universo. Zeus, deus dos deuses, era o soberano, armado com seus raios, comandava o mundo e os homens, e era respeitado por todos. Lembremos que Jesus disse que “via Satanás, como raio, cair do céu”. Estaríamos, com isso, nos desfazendo da cultura de um povo? Cultura essa muito estudada? Não exatamente. Mas as respostas dos mitos põem Deus à parte.

Ao analisarmos os elementais podemos perceber ainda mais essa semelhança em: Hefestos, deus do fogo; na água nos deparamos com Posseidon, o deus do mar, que carregava seu tridente para bater nas águas. Afrodite, deusa do amor e da beleza, nasceu nas ondas do mar.

Havia também Hades, senhor da morte, ele e Posseidon eram irmãos de Zeus. Hades reinava no mundo subterrâneo, a força provocadora, inclusive, de terremotos. Nada de novo. Tudo se copia.

“Ele (Deus) fez a terra pelo seu poder, ele estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com sua inteligência estendeu os céus. Fazendo-o soar a voz, logo há ruídos de águas no céu, e sobem os vapores da extremidade da terra; ele faz os relâmpagos para a chuva e faz sair o vento dos seus tesouros” (Jeremias 10.12,13).

O poder está em Deus, criador dos elementos, e os rege; não nos elementos em si, nem nos falsos deuses.

Como se explica a força “sobrenatural” dos elementais em si mesmo? Não se sabe. Para nós evangélicos tudo está sob o controle de Deus que tanto faz cessar, como os chama à ação. A ciência dá justificativa à força natural dos mesmos.  Os místicos consideram que algo está por trás, e esse “algo mais” proporciona “vibrações”, são “forças puras, como os raios, terremotos”, relembrando o que nos diz Paulo Coelho, que só podem vir dos deuses, dos espíritos, segundo a crença de alguns, ou deusas.

Em se tratando de fenômeno na natureza podemos citar a manifestação destes na vida do profeta Elias, um personagem bíblico. Ele era um grande profeta, um homem cheio do poder de Deus. Para termos uma ideia, certa vez, durante o reinado de Acabe, esse profeta determinou, por causa do pecado do povo e para demonstrar o poder de Deus: “Não haverá chuva por três anos, até que eu diga para cair chuva e orvalho de novo!” Dessa forma aconteceu, tal era a fé desse homem e intimidade com Deus.

Elias incomodava os reis de Israel, pois pregava contra a idolatria dos mesmos, e por ter o poder de Deus a seu favor, por meio da fé e de uma vida de santidade e renúncia. Acabe era um desses reis que se sentia incomodado com Elias. Esse rei pecou aos olhos do Senhor mais do que todos, nos informa a Bíblia. Casou-se com Jezabel, mulher de uma nação estranha, os sidônios, cultuadores da estátua de Baal.  Ela induziu Acabe a fazer o mesmo.

Depois do milagre,em que desceu fogo do céu, efetuado por Deus, por meio de Elias, ao mesmo tempo em que os falsos profetas não conseguiram e por isso foram mortos, Elias é ameaçado de morte e foge. Surpreende-nos essa atitude dele, mas nos faz perceber o lado humano das pessoas, de nós mesmos. Em algumas vezes esse humanismo se manifesta igual, por mais forte que elas nos pareçam. Elias temeu a essa mulher, e não era simplesmente a rainha em si, mas a ela e seu exército. Para salvar sua vida fugiu para o deserto, no caminho encontrou uma frondosa árvore e com fome, cansado, angustiado disse: “Já basta, ó Senhor; toma agora a minha vida”. Deitou e dormiu. Aí, apareceu um anjo, providenciou alimento e exigiu que ele se levantasse e comece.

Com o sustento dessa comida se fortaleceu e andou quarenta dias e quarenta noites. Encontrou uma caverna e lá se escondeu. Deus o visitou e disse: “Elias, o que faz aqui?” Ele respondeu: “Tenho sido fiel, fiz como o Senhor queria. Mas o povo deixou de ser fiel a ti... Mataram teus profetas... E agora procuram matar-me”.  Deus determinou que ele saísse da caverna, pois Ele iria orientá-lo. Elias saiu, e por um instante ficou aguardando Deus falar. Relata a Bíblia que Deus “passava” naquele lugar, e ocorreu uma manifestação na natureza, “veio um grande e forte vento”, que rachou os morros e quebrou as rochas em pedaços, Elias ficou quieto, Deus não estava no vento. Veio um terremoto, porém o Senhor não estava no terremoto. Findo o terremoto, veio um fogo, e Elias impassível, pois Deus não estava nesse fogo. Depois do fogo uma calmaria e veio uma voz mansa e suave, ao ouvi-la, por temor e respeito, Elias cobriu o rosto com sua capa, prostrou-se diante de Deus e ouviu sua orientação. (I Reis caps. 17 a 19).

Elias presenciou esses fenômenos sobrenaturais na natureza, mas não se dobrou à manifestação desses três elementos fenomenais: vento, terremoto e fogo. Elias não teve outra escolha, a não ser acatar a resolução de Deus e voltar para pôr as coisas em ordem.

Lá no NT, o apóstolo Paulo faz menção desse episódio em um de seus discursos, e conta ao povo como Elias se magoou e se indignou com os israelitas que seguiram os ídolos e mataram os profetas de Deus. A respeito disso ele próprio interroga: “... não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Deus contra Israel...? Mas que lhe diz a resposta divina? “Reservei para mim sete mil varões, que não dobraram os joelhos diante (da estátua) de Baal, e toda boca que não o beijou” (quem já não viu alguém beijando “um santinho” ou ajoelhando-se perante uma estátua? - Romanos 11.2-4).

O próprio Deus diz: “Reservei para mim”. Os obedientes são reservados, escolhidos, propriedade exclusiva de Deus. Se você ainda não é um desses, seja-o!

“...Nem levantarás estátua, a qual o Senhor, teu Deus, aborrece” (Deuteronômio 16.22).

“Levantaram para si estátuas e imagens...” (II Reis 17.10).

É Deus falando e o povo desobedecendo (ajuda-me, Senhor!!!!)

“... nem tu nem teus pais; servirás à madeira e a pedra...” (Deuteronômio 28.64).

“Porque a sua rocha não é como a nossa Rocha...” (Deuteronômio 32.31).

Veja que há uma referência a dois tipos de rochas. Uma é descrita com letra minúscula (as estatuetas), e outra é descrita com letra maiúscula (o próprio Deus). Fiquemos apenas com a ROCHA, de letra maiúscula.

Ana, em seu cântico fala da grande Rocha que é o Senhor nosso Deus:

“Ninguém há santo como o Senhor; não há outro fora de ti; não há Rocha como a nosso Deus” (I Samuel 2.2).

De outra feita, no reinado de Acazias, este adoeceu e enviou mensageiros perguntar ao ídolo, a estátua de Baal-Zebu, deus de Ecrom (uma estátua na cidade dos filisteus), se ele ficaria bom ou não. Deus contemplou tudo, se indignou e o Anjo do Senhor ordenou que Elias interceptasse o mensageiro e mandasse um recado a Acazias: “Por acaso não há Deus em Israel, de forma que seja preciso você consultar outros deuses (essa imagem, essa estátua)? Por causa disso, dessa cama você não descerá, mas morrerá” (II Reis 1.1-6).

O mensageiro passou o recado ao rei da forma que fora instruído, o rei quis saber qual era a aparência desse interceptador e logo entendeu: “É Elias”. O rei poderia ter reconhecido que errou, poderia ter se humilhado, mas agiu ao contrário, exigiu que o trouxessem lá do monte onde ele se encontrava, e palavra de rei era decreto!  Um capitão, com cinquenta soldados, foi onde o profeta Elias estava. Para se defender e ser temido como servo de Deus, Elias pediu que descesse fogo do céu e os consumisse, foi atendido.

Elias, como servo de Deus, cheio de autoridade espiritual, poderia ter dado ênfase aos elementos, mas nunca se referiu aos tais, isoladamente, ele referia-se, sempre, ao DEUS Todo Poderoso, Este, sim, merecedor de toda evidência.

Há quem diga que o Cristianismo deturpou os rituais e crenças wiccanas, associando-os ao Diabo. Mas tudo que é contrário à vontade de Deus, não é de outro, senão do Diabo. O objetivo do diabo é implantar a descrença às coisas de Deus, perverter seus preceitos, mudar as determinações e de maneira bastante sutil.

Lá no Éden, há milhares de anos, o Diabo, incorporado em uma serpente, fez Eva tomar outro rumo e desobedecer a uma determinação de Deus. Ele dialogou com Eva para persuadi-la: “Deus disse para não comer de toda a árvore do jardim, foi?” Eva confirmou e explicou que se comesse certamente morreria, como Deus falara. O Diabo rebateu: “Bobagem (eu interpreto, cá na minha linguagem)! O que tem demais? Você não vai morrer se comer daquele fruto... Sabe por que você não pode comer? Porque você vai ser como Deus (olha que mentiroso!), sabendo o bem e o mal (as coisas profundas, Gn 3.1-6)”. Até então Eva não tinha apreciado a árvore. Foi só o Inimigo buzinar-lhe aos ouvidos para ela dar mais atenção. “Vendo” a mulher que a árvore era boa para se comer e “agradável aos olhos”, obedeceu a Satanás, induziu seu marido e o resultado foi a expulsão do Paraíso e uma vida sob o peso das consequências de seu pecado. Eis o lucro.

“Eis que Deus é grande, e nós não o conhecemos... Pois atrai a si as gotas de água, e do seu vapor as destila em chuva... Cobre as mãos com o relâmpago, e dá-lhe ordem para que fira o alvo. O fragor da tempestade dá notícia dele...” (Jó 36.26, 27, 32, 33).

“Com Deus estão domínio e temor; ele faz reinar a paz nas suas alturas. Prende as águas em suas densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas. Com o seu poder fez sossegar o mar, e com o seu entendimento... Eis que essas coisas são apenas as orlas dos seus caminhos; e quão pequeno é o sussurro que dele, ouvimos!” (Jó 25.2 e 26.8, 12, 14).

“...o Deus da glória troveja...” (Salmo 29.3).

“E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mateus 8.27).

A Rede de Televisão chamada Globo, costuma exibir, por meio de suas programações, os “Quatro Elementos”. Às vezes em abertura de novela, porém, mais declaradamente na abertura do programa domingueiro denominado “Fantástico”, junto ao corpo de bailarinos.

 

 

 

 

COELHO, Paulo. As Valkírias. 76ª ed. Rio de Janeiro. Editora Rocco, 1992.

As Valkírias – pdf-https://meocloud.pt/link - https://cld.pt/dl/download/

BÍBLIA de Estudo Pentecostal – AT e NT. Referências e Algumas Variantes. Trad. João F. de Almeida. São Paulo, CPAD/SBB, 1995 (ISBN 85-263-0048-2-BEP).

BÍBLIA Sagrada (Eletrônica, AT e NT). Europa Multimídia. Programação: Leandro Calçada, Ilustração: Wilson Roberto Jr. Colaboração: Thélos Associação Cultural.

“REVISTAS DAS RELIGIÕES” - O Mundo da Fé: Quem são os Anjos (Reportagem de Capa). EditoraAbril, edição 18, 02/2005 (“Anjos, Divinos Mensageiros”, p. 17-21, e “Sob as forças da Deusa e da natureza”, por Cristiana Felippe,  p. 45-49).

Vide tópico 56 - Referências Bibliográficas